Projeto Fénix

O Projeto Fénix firma-se numa estratégia pedagógica que implica que cada aluno possa ter oportunidades que permitam elevar o seu potencial de sucesso, o que implica expectativas elevadas em relação a cada um(a). Este projeto assenta em três princípios estruturantes (Moreira, 2014):

– Princípio da homogeneidade relativa: integram as turmas temporárias de homogeneidade relativa alunos com dificuldades de aprendizagem específicas ao nível do Português e da Matemática, com ritmos de aprendizagem mais lentos e ainda com aprendizagens pouco consolidadas. Para os Ninhos são encaminhados os alunos que, em função de uma avaliação diagnóstica, evidenciam maiores lacunas na aprendizagem a Português e a Matemática.

– Princípio do sucesso multidimensional (o sucesso escolar entendido numa aceção multidimensional de realização do aluno): não existe apenas um, mas vários sucessos e importa que a escola esteja atenta à promoção das diversas dimensões do sucesso individual, começando no académico, passando pelo sócio-emocional e relacional, até ao comportamental. Nesta perspetiva, a ação da escola, enquanto formadora, só é possível, recorrendo a saberes, competências e processos complementares e articulados, com a intervenção de professores e de especialistas em diversas áreas.

– Princípio da flexibilidade da organização escolar (currículo e recursos): implica uma gestão flexível dos recursos humanos e físicos, do tempo (essencial num projeto que aposta em ritmos de aprendizagem diferenciados), dos grupos-turma, bem como uma gestão flexível do currículo.

Por conseguinte, a escola e a sua organização devem adequar-se às necessidades dos alunos, respeitando os seguintes requisitos:

a) o sucesso escolar é multidimensional;

b) promover o sucesso não é “dar mais do mesmo” numa lógica de soma ou acrescento, é proporcionar aprendizagens de qualidade e sujeitas a uma outra estratégia pedagógica, no novo tempo curricular previsto;

c) a promoção do sucesso tem de estar vinculada à liderança simultaneamente transacional e transformacional e a uma estratégia de formação contínua, centrada na ação concreta;

d) a adesão dos alunos, o envolvimento dos docentes, a cooperação da família e da comunidade, na construção de melhor rendimento escolar, na avaliação contínua e nos ajustamentos e melhorias, representam uma ação cooperativa essencial.

O Projeto Fénix preconiza a rutura com a ideia anacrónica de escola, com um tempo, um espaço e modos de ensino e aprendizagem únicos. O Projeto desdobra-se em dois eixos de ação, que passamos a descrever.

O Projeto Fénix – Eixo I – resulta do aproveitamento da margem de autonomia que é dada às escolas a nível organizacional, mediante a efetivação de um conjunto de medidas:

– A organização das turmas (homogeneidade relativa): para responder ao princípio que privilegia a homogeneidade relativa, são criadas turmas Fénix, por ano de escolaridade, que integram alunos que apresentam dificuldades nas disciplinas de Português e Matemática, com ritmos mais lentos de aprendizagem, necessitando de apoio e outra qualidade de tempo escolar para atingirem os conhecimentos esperados para o seu ano de escolaridade.

– O currículo (essencialidade e flexibilidade): os departamentos selecionam e definem os conteúdos essenciais, dando relevo à interdisciplinaridade, de forma a potenciar as abordagens realizadas pelas diferentes disciplinas relativamente aos mesmos conteúdos. O Português e a Matemática são exceção nesta seleção de conteúdos. Cabe aos departamentos a coordenação das planificações curriculares de cada grupo disciplinar, que são ajustadas às turmas Fénix, atendendo ao seu ritmo e especificidade, bem como coordena e define a metodologia da avaliação diagnóstica, a qual se reveste de particular importância neste processo, devendo ser o mais completa possível, abrangendo diversas áreas e instrumentos.

– Os Ninhos (grupos de apoio educativo): os Ninhos acolhem, temporariamente, os alunos que precisam de apoio mais intensivo/específico/individualizado. O Ninho é uma solução organizacional, temporária e flexível. Estes pequenos grupos trabalham diferentes níveis de conteúdos, não sobrecarregam o tempo letivo dos alunos, uma vez que existe simultaneidade de horário entre a turma Fénix e o Ninho. Os alunos integram o Ninho, após diagnóstico inicial realizado pelo docente da turma Fénix, sendo a sua permanência no Ninho constantemente reavaliada pelos docentes Ninho/Fénix da disciplina intervencionada. Semanalmente, num tempo de quarenta e cinco minutos, os alunos do Ninho devem regressar à turma Fénix, para interagirem com os companheiros da turma, mediante a realização de desafios e trabalho colaborativo, numa ótica de socialização alargada e de aferição de aprendizagens consolidadas. No 1.º ciclo, os alunos não são agrupados em turmas Fénix: o mecanismo de mobilidade Turma/Ninho é aqui replicado, com as devidas adaptações, mediante o estabelecimento de tempos semanais que são afetos a Português e Matemática. É nestes tempos, ou em parte deles, que funciona o Ninho sob responsabilidade do professor titular, dado ser detentor de um conhecimento mais profundo das necessidades dos seus alunos. Os restantes alunos da turma ficam entregues ao professor do apoio durante os tempos de funcionamento do Ninho.

– A articulação entre diretores de turma Fénix e técnicos socioeducativos – interprofissionalidade: as áreas de intervenção dos técnicos sociais circunscrevem-se prioritariamente às problemáticas diretamente relacionadas com o sucesso multidimensional que o projeto Fénix visa promover.

– Articulação vertical e horizontal (interatividade dos intervenientes promovida por grupos online): existem grupos de interação em todos os Conselhos de Turma, dos quais fazem parte os docentes desses mesmos Conselhos de Turma, os técnicos sociais e a direção/coordenador de projeto, tornando a comunicação mais célere, eficaz e eficiente.

 

O projeto Fénix, tal como foi desenhado, permite dar resposta a alunos com ritmos de aprendizagem diferenciados, mas contém limitações em termos de afetação de recursos, nomeadamente ao nível dos créditos horários necessários para concretizar o Eixo I. No seguimento do Eixo I – uma estratégia de apoio focada na dinâmica turma-Ninhos – surgiu o Eixo II que, tal como o anterior, se baseia num processo de gestão e de organização das aprendizagens de grupos de alunos e de tempos letivos.

O Eixo II contém uma dinâmica “interturmas”, isto é, facilita a mobilidade de pequenos grupos de alunos dentro das turmas existentes, em função do seu perfil de desempenho em termos de rendimento escolar. Assim, surgiu a possibilidade de testar uma nova estratégia de apoio, complementar ao modelo já existente, e que tentou responder à generalidade dos alunos em duas vertentes: (1) beneficiando as aprendizagens dos alunos com fraco rendimento escolar e (2) estimulando as aprendizagens de alunos com maior grau de proficiência, promovendo a excelência.

A matriz de referência permanece comum ao Eixo I, ao nível dos conhecimentos a Português e Matemática: (re)organizam-se as turmas, que deixam de ser unidades imutáveis e estáticas, em grupos de trabalho temporários e flexíveis, de acordo com os saberes adquiridos e com uma avaliação diagnóstica realizada nas disciplinas intervencionadas, sempre com o objetivo de recuperar e consolidar aprendizagens, bem como o de promover a excelência.

Numa ótica de resposta às necessidades dos diferentes perfis de alunos da escola, o Eixo II está a ser implementado nos 1.º e 2.º ciclos do ensino básico. A intervenção, num patamar precoce da trajectória escolar dos alunos, é reforçada pela investigação na área educacional, que indica que as competências prévias desenvolvidas nos anos iniciais de formação influenciam marcadamente o rendimento escolar subsequente. Tal constitui-se, inclusivamente, como uma variável preditora do sucesso académico ao longo do percurso escolar do aluno (Ribeiro, Almeida & Gomes, 2006). Os grupos são constituídos por alunos pertencentes ao mesmo ano de escolaridade e/ou do ano escolar antecedente/subsequente, sendo este agrupamento dinâmico, flexível e rotativo. Acreditamos que, desta forma, a flexibilidade do agrupamento justificar-se-ia sobretudo pela capacidade de travar o processo de rotulamento e hierarquização dos alunos, sendo também isso que se pretende evitar no Projeto Fénix. Os modelos de organização do projeto procuram, antes, atenuar estas diferenças, à medida do potencial de cada aluno e do trabalho focado na recuperação/ desenvolvimento das aprendizagens de todos.

A operacionalização do Eixo II não envolve nem recursos nem custos adicionais, mas sim uma reorganização, quer pedagógica quer organizacional. Em termos metodológicos, baseia-se na constituição de um grande grupo de alunos – em regra, duas turmas – do mesmo ano ou anos contíguos e no consequente agrupamento flexível, tendo em conta o nível de conhecimentos e os objetivos de aprendizagem a atingir. Os alunos são agrupados de acordo com o nível de conhecimentos aferido.

Esta dinâmica de sala de aula pode ter uma frequência diária/semanal variável, consoante a decisão da escola, e em conformidade com as necessidades identificadas. Cada sessão de trabalho exige uma planificação semanal/diária, fruto de um trabalho colaborativo do par pedagógico envolvido, para que os conteúdos abordados e as práticas de aprendizagem desenvolvidas possam ir ao encontro dos objetivos curriculares traçados para o grupo, em dado momento.

Esta dinâmica é acompanhada por um processo de monitorização e avaliação permanentes que determina o agrupamento e transição dos alunos de acordo com o nível de aquisição de conhecimentos, regendo-se pelo princípio de homogeneidade relativa, isto é, o grupo de alunos é constituído com base em critérios de níveis de consecução das aprendizagem. Este princípio pode traduzir-se, por sua vez, numa melhoria da qualidade dos tempos letivos e do desempenho escolar, que é reforçado com a mobilidade dos alunos pelos grupos de proficiência. Sempre que progridem ou necessitam de maior apoio, os grupos de alunos são reorganizados de acordo com os progressos e objetivos atingidos (Crahay, 2007).

Deste modo, a escola que o projeto Fénix preconiza é uma escola bem sucedida, onde os seus atores têm condições para se sentirem mais bem sucedidos, mais realizados profissionalmente, mais implicados e, onde sobretudo, onde consigam amar o que fazem.

Uma escola mais educativamente sucedida é, certamente, uma escola mais feliz.

Resumo Projeto Fenix (clicar aqui)

Outubro 2014

e-book disponível em: http://repositorio.esepf.pt/handle/123456789/1482

capalivroprojetofenix2014

O Que Desencadeia o Sucesso em Alunos com Baixo Rendimento Escolar, no Projeto Fénix
Azevedo, Joaquim; Gonçalves, Daniela; Gonçalves, José Luís; Silva, Cristina; Nogueira, Isabel Cláudia; Sousa, Júlio; Moreira, Luísa Tavares (Escola Superior de Educação Paula Frassinetti; Universidade Católica Portuguesa – Porto, 2014)

——————————–

Jornadas de Formação 2013

Formação FénixjoseLuis2pag

2013-03-15 Jornadas de Formação – Motivar os alunos para o sucesso com técnicas de coaching

forma_prof

No dia 15 de março, no turno da tarde, realizou-se na escola E.B. 2,3 de Beiriz, a 2ª parte da ação “Motivar os alunos para o sucesso com técnicas de coaching” dinamizada pelo Professor José Luís Gonçalves, da Escola Superior Paula Frassineti. A ação contou com a presença de cerca de 80 professores do nosso Agrupamento e de 24 professores do Agrupamento de Aver-o-Mar.  (continuar a ler)

____________________________________

O papel dos pais no sucesso educativo dos seus filhos
forma_paisNo dia 15 de março, pelas 21.00h numa organização conjunta do Agrupamento com a Associação de Pais e Encarregados de Educação, o Professor José Luís Gonçalves, perante uma plateia de cerca de 180 pais e Encarregados de Educação e numa perspetiva de continuidade e de partilha de técnicas que servem a pais e professores, reforçou a importância que estes  desempenham no processo de aprendizagem dos seus educandos. Os pais devem envolver-se ativamente complementando o trabalho dos professores unindo esforços no sucesso educativo dos alunos.

07-02-2013_______________________________________________________

joseLuis

Motivar os alunos para o sucesso com técnicas de coaching

joseLuis_fotos

Ouvir falar de coaching e de coaching educativo na voz do Professor José Luís Gonçalves foi, pela segunda vez na nossa escola, um momento de aprendizagem, onde as intervenções dos professores demonstraram bem o interesse da ação.

A partir do tema “Motivar os alunos para o sucesso com técnicas de coaching”, todos perceberam que o professor-coach é aquele que centraliza a sua atuação no aluno numa consciencialização sistemática que faz do “ensinar diferente” a sua tónica. Logo, as aprendizagens, o desempenho e o rendimento dos alunos dependem do investimento do próprio professor quando se estabelecem objetivos no intuito de mudar valores e crenças. Crenças, essas, que a maior parte das vezes se denunciam como o maior entrave para a consolidação de objetivos. Basta pensar-se na força que estas têm quando levam o aluno a acreditar cegamente e/ou a teimar que “não é capaz”, que “não vale a pena”.

No decorrer da ação, respondendo ao desafio lançado pelo orador, os professores registaram a frase que melhor indica o seu objetivo até ao final do ano letivo. (continuar a ler)

___________________________

Por motivos de força maior, relacionadas com a impossibilidade da presença da Dr.ª Lurdes Veríssimo, informamos que a Formação “A Motivação dos Alunos e a Gestão da Sala de Aula” será adiada para o dia 19 de fevereiro, terça-feira, à mesma hora.

CARTAZBEIRIZ

________________________________________________________

DGE – WEBINARS da informação ao conhecimento:

Projeto Fénix – Programa Mais Sucesso Escolar

Fernando Elias | Teresa Lopes | Dulce Chagas | Teresa Cerqueira | 2013.01.16 |

“O Projeto Fénix é um modelo organizacional desenvolvido no Agrupamento de Escolas Campo Aberto, Beiriz, Póvoa de Varzim, tendo como principal objetivo promover o sucesso escolar. Integrado no Programa Mais Sucesso Escolar (PMSE) – DGE, encontra-se presentemente no 4.º ano de implementação, de norte a sul do país, em 38 agrupamentos/escolas, sob a coordenação da Direção-Geral da Educação. No ano letivo 2012-2013, o projeto alargou-se a mais de 4 dezenas de escolas que, recorrendo aos recursos próprios, decidiram adotar o modelo organizacional como estratégia de prevenção do insucesso, passando por conseguinte a integrar a rede Fénix.
Através de uma conversa entre atores da Rede Fénix (diretores e coordenadora), pretende-se evidenciar os desafios, as práticas e os efeitos da implementação do Projeto Fénix, abordando questões de organização e articulação, com especial destaque para as redes e o acompanhamento.”  (DGE-Webinards)

ver mais aqui

Seminário Fénix – Lisboa 2012

O ciclo de Seminários Fénix tem continuidade, desta vez em Lisboa, no próximo dia 16 de Março, no Salão Nobre da Reitoria da Universidade de Lisboa.

Projeto Fénix – “Eixo II”


Projeto Fénix na Assembleia da República

O Projeto Fénix foi apresentado em sede de Comissão Parlamentar da Educação, Ciência e Cultura, dado o interesse em conhecer o enquadramento e implementação do Projeto.

A equipa AMA-Fénix teve a oportunidade de responder a várias questões colocadas pelos deputados presentes.

Esta apresentação espelhou o trabalho desenvolvido pelas 43 escolas que fazem parte da rede Fénix, fruto da sua ação e partilha.

Brevemente será disponibilizada a apresentação na página da Assembleia da República.

______________________________

Seminário Nacional Projecto Fénix

No dia 15 de Julho, no Porto, nas instalações da Universidade Católica, irá decorrer  o 3ºSeminário Nacional do Projecto Fénix no âmbito do Programa Mais Sucesso Escolar.

Seminário Nacional Projecto Fénix

No dia 15 de Julho, em Lisboa, nas instalações da Universidade Católica, irá decorrer  o Seminário Nacional do Projecto Fénix no âmbito do Programa Mais Sucesso Escolar, com o objectivo de realizar o balanço da sua implementação nacional.

Programa

Nota prévia

Educação para todos os alunos: um desafio sem fim

Com o objectivo de concretizar o desígnio da “Escola para Todos” foi criado no Agrupamento de Beiriz o Projecto Fénix, o qual pretende encarar de frente o problema da equidade e da inclusão educativa.
De forma breve, a operacionalização do Projecto Fénix prevê que sejam criadas turmas Fénix, em cada ano de escolaridade, que integram alunos que, à partida, necessitam de apoio e/ou tempo para atingirem as competências esperadas para o seu ano de escolaridade.
Os alunos destas turmas usufruem de grupos de apoio temporário (Ninhos), a Língua Portuguesa, Matemática e Inglês, no mesmo tempo lectivo em que a turma “mãe” lecciona a disciplina de intervenção. O Ninho é uma solução organizacional económica, temporária, rotativa e não sobrecarrega o tempo lectivo dos alunos. Dada a flexibilidade do Projecto, a qualquer momento um dos Ninhos poderá passar a Ninho de Desenvolvimento, recebendo os alunos com melhor rendimento das disciplinas intervencionadas.
Para além de responder ao desígnio supra enunciado, esta dinâmica dá também resposta a muitas das angústias dos docentes relacionadas com a (in)capacidade de atender ao amplo leque de especificidades dos alunos, normalmente incluídos em turmas alargadas.
A organização da escola, aquando da distribuição do serviço docente, não descuida o tempo de trabalho que os docentes necessitam para organizarem toda a parte pedagógica, diria mesmo criativa, para leccionarem a estas turmas. Para além destas questões organizacionais, o Projecto Fénix tem implicações na qualidade da articulação entre os docentes (Grupos online), e na qualidade da intervenção ao nível socioeducativo, através da actuação de uma equipamultidisciplinar  (psicólogo e técnico de serviço social).
Depois desta exposição podemos concluir que o Projecto Fénix é baseado em princípios fundamentais, a saber: todas as crianças devem ter direito, não apenas retórico, à educação, independentemente de quaisquer dificuldades ou diferenças; que as escolas inclusivas devem reconhecer e responder às diversas dificuldades dos seus alunos, adaptando tanto estilos como ritmos de aprendizagem, assegurando uma educação de qualidade a todos através de modificações organizacionais, estratégias de ensino, uso de recursos humanos e parcerias com a comunidade envolvente. É a escola e a sua organização que têm de se adequar às necessidades e potencialidades dos alunos. Esta é uma “escola aprendente” que reflecte e melhora com as suas práticas.

Setembro de 2009
Luísa Moreira

 

Materiais de Formação no âmbito do Projecto Fénix e do Programa Mais Sucesso Escolar

Competências Pessoais e Profissionais na Relação Pedagógica (José Luís Gonçalves)

Em Busca da Motivação (José Matias Alves)

Estratégias de Ensino e Aprendizagem, Diferenciação Pedagógica e Avaliação (José Matias Alves)

Da Diferenciação Pedagógica – alguns caminhos (José Matias Alves)

O Ponto (uma pequena história) 

Relação Pedagógica: Categorias de Análise e Indicadores de Sucesso (José Luís Gonçalves)

 

Das Condições de Sucesso (Documento produzido no âmbito da monitorização e avaliação do Projecto Fénix pela Universidade Católica)

Literatura de apoio

15 Passos para a Diferenciação (Perrenoud)

Altas Expectativas e Diferenciação = Sucesso (Tkatchov e Pollnow)

Pedagogia e Diferenciação (Aylwin)

Diferenciação (Heacox)

Como Funcionam as Escolas (Barr e Dreeben)

Objectivos da Diferenciação (Tomlinson)

REACH (Rock, Gregg, Ellis e Gable)